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1 semana com o playstation 3, posso dizer que estou cada vez mais empolgado com ele!

Estou focado em jogar 3 jogos inicialmente: PES 2010, Batman Arkhem Asylum e Tom Clancy’s Endwar. Mas tem varios outros jogos para jogar que vieram no pacote! Nem sei quando vou conseguir jogar todos!

A PSN é um recurso muito foda! Da para baixar os demos dos jogos, atualizaçoes e tudo mais. Manter contato com os amigos e jogar online! Cada dia que vem passando descubro um recurso novo no aparelho ou na PSN!

O sistema de troféu é ainda mais viciante! Cada jogo tem inumeros troféus e a medida que você vai realizando certos desafios nos jogos vai adicionando troféus a sua conta. Alguns são bobos outros nem tantos… mas troféus de outro e platina são realmente complicados de conseguir; Geralmente o de platina você só consegue após ganhar todos os outros troféus daquele jogo!

Segue meu TrophyCard:


Get your Portable ID!

Para entender a historia abaixo escrita pelo mestre Candian (http://www.candian.com.br/) você precisa entender que isso foi um RPG entre amigos onde a maioria nunca tinha jogado e foram vários sabados de muitas risadas e enigmas para resolver.

Ninguem morreu, nenhuma gota de sangue foi derramada, nenhum ritual foi de fato executado, tudo não passou da imaginação de várias pessoas ao mesmo tempo!

Os textos foram escritos pelo Candian e extraido do seu blog.

Bons tempos, saudades!

O grupo já estava cansado de descer aquela torre submersa. O barulho da água era cada vez mais ensurdecedor, e o frio cada vez mais congelante.

- Achei um baú aqui nesta sala! – disse John.

- Cuidado, pode ter alguma armadilha – avisou Abrieht. – Você se lembra do que aconteceu lá em cima.

Katrina
fez coro.

- É verdade. Tome cuidado, John.

John abriu o baú cuidadosamente. Todos os sete heróis pararam por um tempo, como se esperassem que alguma armadilha mortal fosse ativada. Porém, nada aconteceu.

- O que tem aí? – perguntou um curioso Iluvatar sob o olhar mais curioso ainda de Vujak.

- Me parece um… um pergaminho. Kranus, isto aqui é mágico?

- Muito – respondeu o sombrio feiticeiro, numa voz etérea.

- Aqui, John, deixa ver – disse Bardo.

Bardo pigarreou, e começou a ler com sua bela voz.

One can hold
this scroll of power
and follow the way
down the spring tower.

For it holds still
as foundations of earth,
releasing the spell
to freedom give birth.

As the enemy cast
away from the hills,
he shall trick his mind
and himself, he kills.

- O que significa? – perguntou John.

- Não faço a menor idéia – respondeu Bardo, com toda a sinceridade que lhe cabia.

Post Original

Quando as meninas chegaram à plataforma, se deram conta de que estavam, na verdade, em uma câmara circular. As paredes tinham inscrições, mas ali estava um breu total.

- Um pouco de luz aqui – disse a fadinha Abrieht, fazendo um movimento com as mãos. Um minúsculo ponto de luz surgiu em suas flechas-palito.

Hezeltine levantou a sobrancelha.

- Hmmm… Isso não me é estranho – disse.

- Eu também já vi isso antes em algum lugar – concordou a pequena Katrina.

O esforço da lembrança das três foi subitamente interrompido por um murmúrio fraco, como vozes vindas de muito longe. Ao que parecia, do outro lado da câmara.

Foram na direção que julgavam ser a mais retilínea possível. À medida que se aproximavam, as vozes ficavam mais claras – e familiares também.

- John! Bardo! Kranus! Como chegaram aqui?

- Nós é que perguntamos – disse o Bardo. – Viemos por dentro da montanha, depois que todo mundo ficou cego e as cordas que usamos pra nos amarrarmos uns aos outros se partiu misteriosamente. Mas vocês chegaram pelo outro lado!

John, como um bom anão, resmungou.

- Isto está muito chato. Preciso beber um pouco.

- Bem, depois – a pequena fada ansiava por contar das inscrições na parede. – Gente, nós achamos lá do outro lado umas inscr…

Interrompeu-se ao ver que, deste lado, de onde acabavam de chegar Iluvatar e Vujak, também havia inscrições.

- Ah, oi galera – disse o ranger.

- Agora que estão todos aqui – prosseguiu Kranus -, dois dos quatro pergaminhos estão reproduzidos nas paredes. Só que, aqui, temos dicas. Veja ali em cima.

Havia uma espécie de título, que dizia “Mu Sonem”.

O Bardo parecia ter decifrado a charada.

- Mu Sonem… Mu Sonem… Espere!

- Sim – concordou Kranus. – “Mu Sonem” é “Menos Um” ao contrário.

- Então… Então se pegarmos a letra anterior e invertermos o que está escrito, teremos decifrado o poema? – perguntou Katrina.

- Exato – falou Bardo. E recitou.

One can hold
this scroll of power
and possess the strength
of the winter flower,

for its name is set
to unleash the cold,
and the secrets of balance
shall be unfold.

If the enemy dares
to break the snow,
his spirit will flee
from the very timeflow.

- Odeio poesia – disse John.

Post Original

Nota: O jogo em questão não foi exatamente assim, e os jogadores sequer sabiam das informações abaixo. Portanto, essa é uma história de ficção – duplamente qualificada.

Ventava lá em cima, mas o silêncio era absoluto. Era como se os ares tivessem ganho vida própria e guiassem o navio voador que levava os aventureiros. Lá embaixo, a Nimaídia. Ninguém falava nada, nem sabia para onde o navio os estava levando.

- Ok, pessoal, acho que entendi – falou Kranus, repentinamente. Todos o olharam, mas demoraram a se aproximar.

- Lembrem-se do primeiro pergaminho. Falava sobre a torre em que descíamos, que libertaríamos uma força misteriosa, e que teríamos um inimigo. Teve o carinha do fogo lá em Romani, que era o mestre da nossa clériga, a Katrina aqui, lembram? Ele tava possuído, e quando recobrou a consciência, viu que tinha feito bobagem e se matou. Aí, ganhamos esta gema vermelha, e toda a Nimaídia começou a esfriar.

Os outros tentavam entender onde o feiticeiro queria chegar.

- Bem, vimos um dragão que mudava de cor… – susurrou Katrina, na tentativa de quebrar aquele clima de palestra.

- Um dragão, não, O dragão – Kranus interrompeu a gnomo. – Seguindo-o, chegamos à montanha na península do sudeste, aquele pico esverdeado. Tivemos até que mergulhar na terra. Lá, encontramos o segundo poema escrito na parede. Ele falava sobre frio sendo libertado, e que o inimigo morreria se tentasse impedir. Pelo menos foi assim que eu interpretei.

Mais uma pausa.

- Logo que o achamos, fomos atacados pelos trigêmeos. Vencemos com custo, mas aquilo me pareceu mais um teste do que propriamente um inimigo, pois depois da batalha encontramos esta gema verde. E, coincidentemente ou não, toda a Nimaídia passou a ter ventanias como nunca antes foram vistas.

As palavras do feiticeiro ressoaram com o vento. O navio havia chegado ao seu destino.

John Dumadin estava confuso. Era um bárbaro, tinha dificuldades para raciocinar com clareza. Olhou para os livros que sua mãe, Sian, lhe dera na noite em que ele a conheceu. A mesma em que ela se foi. Ironicamente, o anão, que viveu sua infância com amnésia, se lembrou do que ela havia dito em seu leito de morte.

Os pensamentos passam rápido, mas são interrompidos quando Kranus retoma:

- Agora, vejam este, que encontramos no famoso Derjan, o monte dos ventos eternos:

One can hold
this scroll of power
and access the flow
of the autumn hour

For its spell will fly
in the speed of air
bringing justice
to this evil lair

When the enemy takes
her face outta the wind
she’ll sleep at once
and her soul’ll be pinned

Kranus achou que todos haviam compreendido instantaneamente.

- Achamos esta gema amarela. As grandes ventanias se desfizeram. E estamos voando, não estamos? Na velocidade do ar?

Ninguém disse nada.

- Não vêem? Derrotamos o guardião da gema vermelha, um especialista em fogo, e as nevascas apareceram. Destruímos os guardiões das gemas verdes, três crianças feitas de terra pura, e as ventanias apareceram. Vencemos um velhinho que controla os ares, guardião da gema amarela–

- … e as ventanias desapareceram! Entendi! O equilíbrio entre terra e ar foi reestabelecido – concluiu Abrieht, sorridente. – Ao derrotarmos um guardião, o elemento perde força, e com o desequilíbrio, o elemento oposto fica mais forte. Daí as nevascas e ventanias.

- Conclusão digna de um druida, caríssima fada – replicou Kranus com um certo desdém. – É por isso que nossas magias baseadas nesses elementos perderam força.

- Portanto, só precisamos reequlibrar o fogo e a água, e as nevascas desaparecerão? – perguntou Iluvatar.

- Exatamente. “Só” o que temos que fazer é achar o guardião da última gema, que, pela lógica, deve ser azul. E este pergaminho, o dos Ventos, contém as instruções.

Vujak, que quase nunca falava nada, surpreendeu a todos arriscando:

- E o inimigo do poema, o tal guardião, é um dragão?

- Já falei, não é um dragão qualquer! – repetiu o feiticeiro, impaciente. – Ele é o dragão que me deu estes poderes. Eu o conheço desde quando eu era pequeno. Ele está com problemas e eu… Eu preciso salvá-lo. Ele tem um bom coração, mas está diferente, mau. Ele é azul metálico, e não multi-cor como vimos…

Kranus pensou um tempo.

- Mas não posso garantir que ele é, de fato, o guardião da gema azul. E nem que encontraremos o último pergaminho. Mas é o que está escrito neste que acabo de ler.

O navio voador encontrava-se, agora, parado acima da montanha onde Kranus nasceu. Dali, Vujak viu uma enorme cratera, que aparentemente ia dar no fundo da Cordilheira dos Garens. O ranger sabia o que aquilo significava.

O grupo se entreolhou.

- Acha que essa história basta para que você nos convença a descer até lá com você? – perguntou o Bardo, ceticamente.

Kranus estremeceu. O olhar que Iluvatar lhe lançou foi tão inquisidor que ele quase sentiu que a luz que chegava ao olhos do ladino voltava para ele. Suspirou:

- E que escolha vocês têm?

Uma brisa silenciosa passou pelo convés e a vela principal farfalhou.

PS: Se leu, deixe um comentário!

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