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Vendo Notebook HP DV4-1530BR – NOVO!

Notebook com 10 meses de uso, em perfeito estado e ainda na garantia.

Configuração:
Processador Inter Core 2 Duo T6600
4 Gb Memória ram DDR3
320 GB Enhanced IDE 7200 RPM SATA
Wi-Fi 802.11 B/G/N + Bluetooth
Windows 7 Premium 64 bits
DVD RW com Lightscribe
WEB Cam 1.3 Mp
Leito biometrico
3 USB + 1 E-SATA
Leitor de Cartão
Controle Remoto
Desing Externo Diferenciado.
VALOR: R$ 1.900,00
Contato:
Twiter: http://www.twitter.com/brandaopeixoto
Email: brandaopeixoto@gmail.com
Motivo:
Estou indo para os EUA em janeiro e prentendo comprar um MacBook
Post Original - Mais Textos interessantes como este.
Na semana passada eu li no Twitter uma frase que me chamou bastante atenção:
“Urgente é aquilo que não deixa tempo para o importante”
Pedindo para um amigo meu sugestões de pauta para esse texto, eis que ele me sugere exatamente o mesmo assunto da tal frase. Você sabe diferenciar o que é importante e o que é urgente? Sabe quais são as consequências de priorizarem um ou outro errôneamente?
Bem, eu trabalhei um tempo em uma empresa em que todos os funcionários viviam pra “apagar incêndios”. Era um festival de horas extras, gente cansada e sem conseguir tirar férias, e a cada problema resolvido surgiam outros 3 ou 4 novinhos em folha.
Trabalho em uma empresa assim, e é muito ruim, muito desgastante! Planejamento 5% do tempo e execução 45% do tempo e o resto apagando incêndio.
Já em uma outra empresa, o que existia era uma síndrome de prioridade. Isso ocorre quando tudo é prioridade. Se pararmos para pensar, nesse caso na verdade nada é prioridade. E essa síndrome geralmente era acompanhada do efeito “cachorro que tem dois donos” – aquele que morre de fome porque ninguém cuida.
Aprendi que nessas empresas o urgente era muito valorizado porque o que era importante nunca era feito. Quem se organiza e faz o que é importante dificilmente é surpreendido pelas urgências e emergências.
Considero o planejamento, acompanhamento e medições aspectos extremamente importantes em uma organização bem como outras atividades gerenciais que permitam visualizar o andamento de atividades e prever situações-problema.
“Mas afinal, como diferenciar o que é importante do que é urgente!?”
As coisas urgentes são aquelas que exigem nossa atenção imediata. E o que é que pode requerer nossa atenção imediata? Um telefone tocando, com certeza. Mas as urgências que precisamos realmente focar são aquelas que apresentam impacto considerável nas nossas demais atividades ou na empresa em geral. O “problema” é que essas urgências são também aquelas que provavelmente poderiam ter sido previstas e mas não foram.
Importante é aquilo que também tem impacto nas nossas atividades, mas que, geralmente, está associado aos nossos objetivos, metas ou funções. Uma atividade importante pode se tornar urgente quando não atentamos para seu prazo, ou ainda quando postergamos seu início até a última hora. Quando priorizamos aquilo que é importante reduzimos a incidência de eventos urgentes em nosso dia-a-dia.
Se cada funcionário respeitar sua função e realizar suas obrigações de maneira correta e completa, não afetará o serviço do funcionário seguinte no fluxo dos processo. E provavelmente diminuirá o índice de incêndios.
A grande dificuldade em se priorizar o importante ao invés do urgente é uma questão cultural. A idéia que temos é que tudo que é urgente, por natureza, é importante. É interessante ver como essa postura nos coloca em um ciclo difícil de ser rompido e que tem como resultado o aumento da criticidade dos eventos urgentes.
A saída disponível é sim, continuar “apagando os incêndios” das atividades urgentes, mas programando e dedicando parte considerável do tempo disponível para as atividades importantes.
Quem se antecipa aos problemas evita-os ou, quando impossível evitá-los, resolve-os com mais eficiência, eficácia e, principalmente, efetividade.
Achei este texto perfeito e representa muito do que eu vivo hoje na empresa onde trabalho. Estou cansado de ver meu colegas apagando incêndio em vez de fazer o que é realmente importante. Re-post deste texto no meu blog para guardá-lo para o futuro.
Autora: Talita James
Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade de Brasília (UnB), atua nas áreas de gestão da qualidade e gestão da informação desde 2006. Interesse em gerência de projetos, gestão do conhecimento, sistemas de gestão da qualidade, biblioteconomia, restauração de documentos e (claro!) livros e literatura. Muito abrangente? É o poder do profissional bibliotecário, que funciona de A a Z.
Dedicação é capacidade de se entregar à realização de um objetivo.
Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira, sem trabalhar pelo menos doze horas por dia nos primeiros anos. Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está. Ilusão é combustível de perdedores.
“Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.”
O mercado de trabalho está à procura de líderes. O emprego é imediato. O salário acima da média. E mesmo assim, sobram vagas para líderes. Por quê?
Ser líder é um diferencial que não se aprende por imitação. Requer tempo, dedicação e o desenvolvimento intuitivo para conseguir liderar pessoas.
A tendência natural quando nós mortais aprendemos que líderes têm mais chances de empregabilidade é simular numa entrevista de emprego ou nas dinâmicas de seleção o que imaginamos ser o comportamento de um líder.
A voz empostada, a precisão das palavras, a convicção em apresentar as idéias (“nunca perdi um negócio”), o auto-elogio (“pode ter alguém tão honesto quanto eu, mas mais honesto que eu é impossível”), o discurso de especialista, em suma, qualidades simuladas que transformam o pretendente a líder em um chato.
Uma das preocupações que você deve ter, se quer reforçar o seu perfil de liderança, é deixar cair a ficha que o líder autêntico não lidera pessoas, mas sim processos. Ou seja, trata-se de aluguem que entende como o conjunto das pessoas, capital, material disponível (matéria-prima ou material de apoio) devem ser combinados, no tempo, para se obter os resultados esperados pela empresa.
Por isso, o verdadeiro líder se torna uma pessoa especial. Antes de ser um chefe que dá ordens, é um profissional que apóia as pessoas para mantê-las focadas nos processos. E as estimula a ponto de obter resultados no menor tempo e custo possíveis.
É difícil achar um líder porque a burrice ambiental os substitui por chefes que se apóiam em ordens. Quaisquer ordens. Gente que gosta de mandar. Mesmo sem saber para quê está mandando.
Se você quer então aproveitar as oportunidades que o mercado oferece para líderes, antes de concentrar no próprio umbigo e imaginar o que é ser um líder, faça o seu dever de casa antes da entrevista ou dinâmica de seleção.
Concentre-se em processos e se prepare para ser absolutamente honesto com você mesmo e com os objetivos esperados. A grande maioria dos candidatos perdem a vaga porque não conseguem dizer não nas situações simuladas durante uma seleção. Ou seja, são pessoas que só dizem sim. Que transferem culpas. Que tendem a canalizar os elogios para eles, em vez de dividi-los com a equipe.
Lembre-se também que é impossível se fingir de líder. Portanto, comece agora mesmo a aprender a ser um líder orgânico. Para tanto, sugiro que se concentre nos processos e comece a gostar das pessoas que irão, sob sua influência, caminhar para se conseguir os objetivos que interessem à corporação, à equipe e ao indivíduo. E, especialmente, ao cliente final.
Marco Roza é jornalista. Diretor da MDM (Marco Direto Marketing). Pode ser contatado no 0800-11-1239 ou por meio do blog Cenários Estratégicos Marco Roza .
FONTE: http://br.invertia.com/canales/noticia.aspx?IdCanal=649&IdNoticia=200704051714_RED_31356286
Stephen Covey baseou seus fundamentos para o sucesso na Ética do Caráter – atributos como integridade, humildade, fidelidade, temperança, coragem, justiça, paciência, diligência, simplicidade, modéstia e na Regra de Ouro: fazer aos outros o que desejamos que nos façam. A Ética da Personalidade – crescimento da personalidade, treinamento em práticas de comunicação e educação na área de influências estratégicas e pensamento positivo – é secundário para a Ética do Caráter. O que somos transmite muito mais eloqüentemente do que o que dizemos ou fazemos.
Um paradigma é a maneira como percebemos, compreendemos e interpretamos o mundo à nossa volta. É uma maneira diferente de olhar as pessoas e as coisas. Para sermos eficazes necessitamos fazer uma mudança de paradigmas. A maioria das descobertas científicas é resultado de quebras de paradigmas, tais como quando Copérnico considerou o Sol como o centro do universo e não a Terra. Quebras de paradigmas são mudanças quantificáveis,
mesmo que lentas e deliberadas ou instantâneas.
Um hábito é a interseção entre o conhecimento, a habilidade e o desejo. O conhecimento é o que fazer e porque fazer, a habilidade é o como fazer ; e o desejo é a motivação, o querer fazer. Para tornar algo um hábito em nossas vidas precisamos reunir estes três elementos. Os sete hábitos são uma abordagem altamente integrada que passa da dependência (você cuida de mim) para a
independência (eu cuido de mim mesmo) e para a interdependência (podemos fazer algo melhor juntos). Os hábitos 1, 2 e 3 tratam da independência – a essência do crescimento do caráter. Os hábitos 4, 5 e 6 tratam da interdependência – trabalho em equipe, cooperação e comunicação. O hábito 7 é o hábito da renovação.
Os 7 hábitos estão em harmonia com a lei natural que Covey chama de “Equilíbrio P/CP”, onde o P representa a produção dos resultados desejados e CP indica a capacidade de produção, os bens ou os meios. Por exemplo, se você falha na manutenção de um cortador de grama (CP) ele se desgastará e não será capaz de aparar a grama (P). Você necessita equilíbrio entre o tempo gasto aparando a grama (resultado desejado) e a manutenção do cortador de grama (bens). Os bens podem ser físicos, como o exemplo do cortador de grama; financeiros, tais como o equilíbrio
entre o capital (CP) e o interesse (P); humanos, tais como o equilíbrio entre o treinamento (CP) e o horário das reuniões (P). Você necessita de equilíbrio para ser eficaz; de outra forma você não terá o cortador de grama e nem a grama aparada.
Hábito 1: Seja Pró-ativo
Ser pró-ativo implica ser responsável por sua vida – a capacidade de escolher uma resposta à determinada situação. O comportamento pró-ativo é um produto de sua escolha consciente baseada em valores e não resultado de um comportamento reativo, baseado em sentimentos. As pessoas reativas deixam circunstâncias, condições, ou o ambiente mostrarem a ela como esponder.
Pessoas pró-ativas deixam seus valores selecionados, internalizados e cuidadosamente pensados dizer como responder. Não é o que nos acontece, mas a nossa resposta, que diferencia estes dois comportamentos. Ninguém pode torná-lo miserável a menos que você consinta.
Hábito 2: Comece com o Objetivo em Mente
A aplicação fundamental deste hábito é iniciar cada dia com uma imagem ou paradigma do final da sua vida como um quadro de referência. Cada parte de sua vida pode ser analisada em termos daquilo que realmente é mais importante para você – a visão de sua vida como um todo. Todas as coisas são criadas duas vezes – há uma criação mental ou inicial, e uma criação física, ou segunda criação. Para construir uma casa, primeiro você faz uma planta e depois constrói a
casa real. Você cria um discurso no papel antes de pronunciá-lo. Se você quer ter uma empresa bem-sucedida inicie com um planejamento que irá produzir um determinado objetivo; assim, a liderança é a primeira criação e o gerenciamento é a segunda. Liderar é fazer as coisas certas e gerenciar é fazer as coisas do jeito certo. Para começar com um objetivo em mente, desenvolva uma filosofia pessoal ou credo. Comece considerando os exemplos abaixo:
Jamais comprometa sua honestidade.
Lembre-se das pessoas envolvidas.
Mantenha uma atitude positiva.
Exercite seus valores diariamente.
Mantenha o senso de humor.
Não tenha medo dos erros.
Facilite o sucesso dos subordinados.
Leia um livro sobre liderança por mês.
Ao centrarmos nossa vida em princípios corretos, criamos uma base sólida para o desenvolvimento dos quatro fatores que sustentam a vida: segurança, orientação, sabedoria e poder. Princípios são verdades fundamentais. Eles são linhas estreitamente interligadas, tecendo a vida com exatidão, consistência, beleza e força.
Hábito 3: Primeiro o mais Importante
O Hábito 1 diz: “Você é o criador. Você está no comando”. O Hábito 2 consiste na primeira criação e está baseado na imaginação – liderança baseada em princípios. O Hábito 3 é a prática do gerenciamento pessoal e requer como pré-requisitos os Hábitos 1 e 2. É o gerenciamento do nosso tempo no dia-a-dia, a cada momento.
Urgente significa que requer nossa atenção imediata, e Importante tem a ver com resultados que contribuem para nossa missão, nossos objetivos e valores. Pessoas eficazes, pró-ativas, gastam a maior parte do seu tempo no Quadrante II, desse modo, reduzindo o tempo gasto no Quadrante I. Quatro atividades são necessárias para ser eficaz. Primeira atividade: anotar os papéis principais (tais como Gerente de Vendas, Diretor e pai) que desempenha durante
a semana; segunda atividade: listar suas metas para cada papel utilizando as atividades do Quadrante II. Estas metas devem estar vinculadas às suas metas pessoais ou filosofia desenvolvida no Hábito 2; terceira atividade: planejar o seu tempo para atingir as metas; quarta atividade: adaptar a agenda semanal às suas atividades diárias.
Hábito 4: Pense em Ganha/Ganha
Ganha-Ganha é um estado de espírito que busca constantemente o benefício mútuo em todas as interações humanas. Todas as partes se sentem bem com a decisão; de fato, o objetivo final é, em geral, a melhor maneira. Se o Ganha/Ganha não é possível, então a alternativa é Nada Feito. Para criar estes benefícios mútuos, exige-se muita coragem e consideração, especialmente se a
outra parte está pensando Ganha/Perde. O princípio Ganha/Ganha abrange cinco dimensões interdependentes da vida: caráter, relacionamentos, acordos, sistemas e processos. O caráter envolve características de integridade; maturidade, que é o equilíbrio entre a coragem de expressar seus sentimentos e a consideração pelos outros; e mentalidade de abundância que diz haver o bastante para todos. Nos relacionamentos ambos os lados acreditam um no outro e estão profundamente comprometidos com o Ganha/Ganha. Os acordos requerem os cinco elementos: resultados desejados, orientação, recursos, administração e conseqüências. Acordos Ganha/Ganha somente sobrevivem em um sistema que sustentem estes cinco elementos. Você não pode falar em Ganha/Ganha e recompensar com Ganha/Perde. Para se obter soluções Ganha/Ganha é necessário um processo de quatro fases: (1) ver o problema do ponto de vista do outro, (2) identificar as questões-chave e as preocupações envolvidas, (3) determinar os resultados aceitáveis, e (4) identificar as novas opções possíveis para atingir esses
resultados.
Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido
Procurar primeiro compreender implica uma mudança no paradigma, visto que geralmente procuramos que primeiro nos compreendam. Escuta empática é a chave para uma efetiva comunicação. É o foco na aprendizagem de como a outra pessoa vê o mundo, como ela o sente. A essência da escuta empática não está em concordar com alguém; mas sim compreender aquela pessoa profundamente, tanto no plano emocional quanto no intelectual. Depois da sobrevivência física, a maior necessidade humana é a sobrevivência psicológica – ser compreendido, se afirmar, receber incentivo, ser amado. A segunda parte do hábito está em ser compreendido.
Covey utiliza-se de três palavras gregas na seguinte seqüência: ethos, pathos, logos. Ethos é a sua credibilidade emocional ou caráter; pathos é a empatia que você tem comunicando-se com outra pessoa; e logos é a lógica ou a parte pensada da comunicação.
Hábito 6: Sinergia
Sinergia significa que o todo é maior do que as partes. Os primeiros cinco hábitos preparam para o Hábito 6. Ele foca o conceito de Ganha/Ganha e as habilidades de comunicação empática para enfrentar os desafios e trazer novas opções que não existiam antes. A sinergia ocorre quando as pessoas abandonam suas comunicações monótonas e a mentalidade Ganha/Perde e se abrem para uma cooperação criativa. Quando há uma compreensão genuína, as pessoas encontram soluções que são melhores do que encontrariam agindo individualmente.
Hábito 7: Afine o Instrumento (Renovação)
O Hábito 7 significa parar para afiar a serra que assim ela cortará mais rápido. O Hábito 7 é o seu CP pessoal – preserva e melhora seu bem mais precioso, que é você. Renova as quatro dimensões de sua natureza – física, espiritual, intelectual e emocional. As quatro dimensões de sua natureza devem ser exercidas com regularidade, de forma equilibrada e sensata. Renovar a
dimensão física significa comer os alimentos adequados, descansar e relaxar e praticar exercícios regularmente. A dimensão espiritual é o seu comprometimento com o sistema de valores. A renovação vem da oração, meditação e leituras espirituais.
A dimensão mental é o desenvolvimento permanente do intelecto através da leitura, seminários e da escrita. Estas três dimensões pertencem ao Quadrante II e não podemos recusar o tempo necessário a elas. A dimensão emocional de nossas vidas está vinculada aos relacionamentos com os outros, e através deles se manifesta. Esta atividade não exige tempo, mas requer treinamento.

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